Essa canção fala sobre um homem que, em sua fervorosa dedicação religiosa e busca por uma glória distante, negligenciou seu relacionamento amoroso. Ele construiu "muros de doutrina" e viu seu "reino" (seu lar, seu relacionamento) desmoronar. O protagonista estava tão focado em seus deveres religiosos ("hinos nos meus lábios", "sermão", "reunião", "Bíblia gasta") que se tornou cego para as necessidades emocionais de sua parceira. Ele pensava que estava "construindo o céu", mas estava criando uma barreira entre eles. Havia "silêncio" no lar e a parceira sussurrava um "apelo" que ele não ouvia, preso em seu próprio "eco de medo santo". O amor dele se tornou uma "performance", um "dever" sem o calor genuíno. O refrão expressa a devastação e a pergunta sobre onde o "fogo" do amor se foi, transformando o altar em "cinzas". Ele reconhece que sua "d...
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